As Preversidades Nipónicas (I)legais
Se tivéssemos de indicar um país que objectifica o sexo feminino, certamente o Japão estaria classificado nos lugares cimeiros.
Um país que é conhecido pelas suas goth lolitas, do hentai, do anime sublinarmente prevertido, dos love hotels e até do mercado legal de prostituição - que pode ser iniciado a partir dos 13 anos (embora esta actividade tenha outro nome para disfarçar o que é óbvio) - destacando-se por toda esta cultura abertamente lasciva.
A inocência e imaturidade de raparigas são preferenciais a mulheres acima de 20 anos como factor atractivo sexual. É um dado inegável e que lança muitas destas adolescentes, algumas a partir da puberdade, a aproveitar esse mercado para ganhar dinheiro extra. Tal desenvolvimento no mundo ocidental é considerado superficial, e ainda mais grave, uma envolvência na exploração sexual. Encaminhando-lhes não só para uma apatia que provavelmente deveria ser inaceitável, como também para um aproveitamento recíproco que não lhes torna muito diferentes que a dos seus clientes.
A dualidade também pode ditar que esta abertura torna-se, até certo ponto, saudável. Mas isso deriva do ponto de vista de cada um, que pode até extender-se à aceitação de ambos quando deparado com uma inconclusão.
De qualquer forma, nem tudo é permitido na sociedade nipónica.
O que motivou o aparecimento (não recente) de um mercado negro do género que na qual os pervertidos hardcore podem satisfazer as suas obsessões.
